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Características dos pulgões


Os pulgões, conhecidos também como afídeos, são pequenos insetos causadores de danos, tanto diretos quanto indiretos, em várias culturas agrícolas. No caso dos cereais, de forma direta, o inseto suga a seiva da planta e libera toxinas causando a morte do tecido foliar, reduzindo o número de grãos na espiga, o peso de grãos e também o potencial germinativo de sementes. Indiretamente, os pulgões são vetores de doenças, principalmente viroses. Independentemente do estágio de desenvolvimento e da espécie, os pulgões alimentam-se de plantas de trigo, desde o momento da sua emergência até a fase de maturação dos grãos.


Foto da esquerda: liberação de ninfas na espiga de plantas de trigo. Fotos da direita: colônia de ninfas de pulgão em folhas de trigo.
Foto da esquerda: liberação de ninfas na espiga de plantas de trigo. Fotos da direita: colônia de ninfas de pulgão em folhas de trigo.

Com um tamanho que pode variar de 1,5 a 3,0 mm, os pulgões possuem o corpo mole e com um formato piriforme, com longas antenas. O aparelho bucal é do tipo picador-sugador e possui o metabolismo incompleto. A reprodução se dá por viviparidade e partenogênese telítoca, e vivem em colônias sobre as plantas. Em condições ambientais em torno 18 a 25 °C e ausência de chuvas, a população do inseto é beneficiada e apresenta rápido crescimento com um curto ciclo de vida. Além disso, a propagação deste inseto ocorre através do vento, podendo originar até 10 ninfas/fêmea/dia.


Essas características reforçam a necessidade de monitoramento constante das lavouras, no intuito da tomada de decisão para posicionar um adequado manejo fitossanitário desta praga. A prática do monitoramento é de extrema importância quando se trata da incidência de pragas e doenças, independentemente da cultura. Uma forma de prevenir e proteger as plantas durante a fase inicial de estabelecimento é o uso do tratamento de sementes. Aliado a isso, prática como a rotação de culturas também pode ser adotada. Contudo, fazer um manejo integrado aliando o controle químico com o biológico, se torna importante não somente pelo controle da praga, mas também pela conservação do manejo do solo e preservação de inimigos naturais presentes, como parasitoides e predadores, na área.

 

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